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10 notícias para lidar com os mercados nesta quarta-feira
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber nesta quarta-feira (3):
1 BTG Pactual coloca oito empresas à venda. O BTG Pactual busca um comprador para oito empresas de seu portfólio. As companhias fazem parte do fundo Brasil Energia, formado em 2005 para investir nos setores de transmissão e de geração de energia elétrica. Desde que foi criado, o fundo investiu 1,1 bilhão de reais na aquisição de oito empresas, entre elas a companhia de energia renovável Ersa e a comercializadora de energia Coomex. Procurado, o BTG Pactual não quis comentar a notícia.
1 BTG Pactual coloca oito empresas à venda. O BTG Pactual busca um comprador para oito empresas de seu portfólio. As companhias fazem parte do fundo Brasil Energia, formado em 2005 para investir nos setores de transmissão e de geração de energia elétrica. Desde que foi criado, o fundo investiu 1,1 bilhão de reais na aquisição de oito empresas, entre elas a companhia de energia renovável Ersa e a comercializadora de energia Coomex. Procurado, o BTG Pactual não quis comentar a notícia.
Resumo comentado das notícias da semana - Por Mirian Leitão
Ata do Copom: Divulgada esta semana, o documento indica, nas entrelinhas, que os juros vão parar de subir. O BC acha que houve melhora no cenário da inflação, "deterioração adicional do mercado internacional" e que isso tem efeitos ambíguos sobre a economia brasileira.
10 notícias para lidar com os mercados nesta quinta-feira
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber nesta quinta-feira (28):
1 Mercados: falta de acordo nos EUA afeta bolsas na Europa e Ásia. Os mercados asiáticos fecharam em baixa e os principais índices da Europa caem nesta manhã com a falta de um acordo no congresso dos Estados Unidos que eleve o teto do endividamento, necessário para evitar o calote da dívida do país já na semana que vem. Resultados abaixo do esperado de empresas na Europa também pesam nos índices da região. No Brasil, destaque para ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
1 Mercados: falta de acordo nos EUA afeta bolsas na Europa e Ásia. Os mercados asiáticos fecharam em baixa e os principais índices da Europa caem nesta manhã com a falta de um acordo no congresso dos Estados Unidos que eleve o teto do endividamento, necessário para evitar o calote da dívida do país já na semana que vem. Resultados abaixo do esperado de empresas na Europa também pesam nos índices da região. No Brasil, destaque para ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Principais notícias: Petrobras não aceita indenização do Equador
SÃO PAULO – As negociações entre Petrobras (PETR3, PETR4) e Equador pela interrupção da produção de petróleo da estatal no país vem se dificultando. A indenização oferecida pelo governo de Rafael Correa é de US$ 160 milhões, enquando a Petrobras pede US$ 300 milhões.
10 notícias para lidar com os mercados nesta terça-feira
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber nesta terça-feira (12):
1 Mercados: medo de contágio na Europa derruba bolsas. A expectativa de que a crise de dívida pública na Europa se alastre e atinja outros países além da Grécia, como Portugal, Espanha e Itália, eleva a aversão ao risco nas principais bolsas mundiais nesta terça-feira. Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), disse que a instituição ainda não se juntou às negociações para um segundo pacote de ajuda à Grécia. Na Ásia, as bolsas da região terminaram o dia em terreno negativo. No mercado de câmbio, o euro se desvaloriza frente ao dólar. Entre as commodities, o petróleo operam em baixa pelo terceiro dia seguido. Os mercados reagem ainda a divulgação de índices econômicos nos Estados Unidos e na China.
1 Mercados: medo de contágio na Europa derruba bolsas. A expectativa de que a crise de dívida pública na Europa se alastre e atinja outros países além da Grécia, como Portugal, Espanha e Itália, eleva a aversão ao risco nas principais bolsas mundiais nesta terça-feira. Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), disse que a instituição ainda não se juntou às negociações para um segundo pacote de ajuda à Grécia. Na Ásia, as bolsas da região terminaram o dia em terreno negativo. No mercado de câmbio, o euro se desvaloriza frente ao dólar. Entre as commodities, o petróleo operam em baixa pelo terceiro dia seguido. Os mercados reagem ainda a divulgação de índices econômicos nos Estados Unidos e na China.
Bovespa retrai 1,75% em dia nervoso; dólar bate R$ 1,83
O mercado brasileiro de ações enfrenta um novo dia de perdas na jornada desta terça-feira. Preocupações de que a China tome iniciativas para conter o crescimento afetam as decisões de investimento, enquanto permanecem as expectativas sobre o Copom e o Federal Reserve (banco central dos EUA). A taxa de câmbio doméstica marca R$ 1,83.
O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, cai 1,75%, aos 65.062 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,37 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York avança 0,44%.
O dólar comercial é negociado por R$ 1,838, em um aumento de 0,98%. A taxa de risco-país marca 216 pontos, número 0,46% abaixo da pontuação anterior.
A agência Standard & Poor's rebaixou a perspectiva para a nota de risco de crédito ("rating") do Japão, indicando que em sua próxima revisão pode piorar a classificação dos títulos e bônus desse país asiático. A agência citou preocupações com a situação fiscal, mas manteve o "rating" em seu alto nível atual (AA).
Entrou em vigor hoje medida do governo chinês que determina o aumento do recolhimento compulsório de recursos bancários, o que tira dinheiro de circulação da economia e desincentiva a concessão de empréstimos.
Nos EUA, o índice S&P/Case-Shiller, que reflete os preços de imóveis nas maiores regiões metropolitanas, teve alta de 0,2% em novembro ante outubro do ano passado. Na comparação com novembro de 2008, houve decréscimo de 5,3%.
A FGV (Fundação Getulio Vargas) apontou inflação de 1,43% na cidade de São Paulo, pela leitura do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) até o dia 22.
O Tesouro Nacional informou que a dívida pública do país atingiu a casa do R$ 1,49 trilhão em 2009--um crescimento de 7,16% em relação a 2008--, em linha com as metas do governo.
No setor corporativo, a Apple (tecnologia da informação) revelou um lucro líquido de US$ 3,38 bilhões entre outubro e dezembro de 2009 --primeiro trimestre do ano fiscal da empresa, número 50% superior ao resultado para o mesmo período de 2008. Já a Dupont conseguiu reverter os prejuízos de 2008 e apurou ganho de US$ 441 milhões, ou US$ 0,48 por ação, no quarto trimestre do ano passado.
Juros
O Copom (Comitê de Política Monetária) começa hoje o primeiro do dos dias de reunião necessários para definir a nova taxa básica de juros do país, referência para o custo dos empréstimos a consumidores e empresas. Economistas esperam que o Comitê mantenha a atual taxa (8,75% ao ano), mas sinalize desde já um ajuste nos juros nos próximos meses, possivelmente a partir de abril. E também amanhã, o Federal Reserve (banco central dos EUA) indica o novo juro básico americano, hoje mantido próximo de zero.
Fonte: Folha Online
Notícias Braskem, Quattor e Petrobras
BRASKEM PASSA A SER OITAVA MAIOR PRODUTORA DE RESINAS DO MUNDO
A incorporação dos ativos da Quattor transformou a Braskem na oitava maior companhia do mundo, com produção total de 5,5 milhões de toneladas de resina por ano, com metade da capacidade da primeira colocada Lyondell Basell (10,91 milhões de toneladas por ano).
No mundo, ainda à frente da Braskem estão, por ordem classificatória, a Exxon Mobil (9,3 milhões), a Sinopec (8,6 milhões), a Dow (7,7 milhões), Formosa (7,2 milhões), Sabic (7,1 milhões) e Ineos (6,5 milhões).
Considerando apenas a produção nas Américas, ou seja, excluindo o volume produzido em outros países fora da América do Norte e Latina, a Braskem é a primeira no ranking, com 200 mil toneladas à frente da Exxon Mobil.
(Kelly Lima)
BRASKEM: OPA DA QUATTOR TERÁ PREÇO POR AÇÃO DE R$ 7,28
A Braskem informou hoje que o acordo envolvendo a aquisição da Quattor inclui a realização de uma oferta pública de aquisição (OPA) de ações da Quattor Petroquímica, a antiga Suzano Petroquímica, que também é controlada pela Quattor holding. A operação movimentará 0,7% das ações da Quattor Petroquímica e será realizada por um preço de R$ 7,28 por ação, o equivalente a 80% da cotação por ação ordinária e preferencial da Quattor Petroquímica pago pela Braskem à Unipar. Os 99,3% restantes já eram detidos pela Quattor Participações, que possui 100% das ações da Quattor Petroquímica com direito a voto.
O pedido de registro da oferta será encaminhado pela Braskem à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em até 30 dias após a efetiva aquisição das ações da Quattor.
(André Magnabosco)
NOVA BRASKEM TERÁ AUMENTO DE CAPITAL ENTRE R$ 4,5 BI E R$ 5 BI
A compra da Quattor pela Braskem envolve um aumento de capital de R$ 4,5 bilhões a R$ 5 bilhões que será feito através de subscrição privada, sendo que a BRK (holding a ser criada) deverá subscrever até R$ 3,5 bilhões, sendo R$ 2,5 bilhões da Petrobras e R$ 1 bilhão da Odebrecht.
O aumento de capital ocorrerá mediante a emissão de 80% de ações ordinárias e 20% de preferenciais classe A ao preço de R$ 14,40 por ação.
Os acionistas terão direito de preferência na subscrição na proporção de papéis que possuírem na data da assembleia que vai deliberar sobre o assunto.
Os novos papéis farão jus aos mesmos direitos das ações já existentes. Segundo a companhia, o preço de emissão foi determinado com base na média de cotações de fechamento das ações preferenciais classe A na Bovespa.
Em até 15 dias, contados da assinatura do acordo de investimento, será convocada uma Assembleia da Braskem para examinar proposta do aumento de capital.
(Equipe AE)
ACORDO PREVÊ QUE BRASKEM TERÁ PARTICIPAÇÃO NO COMPERJ E EM SUAPE
Além do acordo para a criação da gigante do setor petroquímico, que será reunida na holding BRK, Odebrecht, Petrobras e Braskem celebraram um acordo de associação que define as participações das empresas no Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) e no Complexo Petroquímico de Suape. O Acordo prevê que a Braskem assumirá as sociedades que desenvolvem as primeira e segunda gerações petroquímicas do Comperj.
Gradativamente, a Braskem também comprará participação nas sociedades que desenvolvem o Complexo de Suape. Segundo o comunicado, o acordo se harmoniza com o objetivo de Odebrecht e Petrobras em consolidar seus interesses petroquímicos na Braskem.
(Equipe AE)
BRASKEM: COMPRA DA QUATTOR TERÁ 7 ETAPAS, SERÁ CRIADA HOLDING BRK
A incorporação da Quattor pela Braskem anunciada há pouco será realizada em sete etapas. A primeira delas será a formação de uma holding, a BRK Investimentos Petroquímicos (BRK), que deterá a totalidade das ações ordinárias de emissão da Braskem atualmente detidas por Odebrecht e Petrobrás. Na segunda etapa, serão feitos os aportes de recursos na BRK, a serem realizados em dinheiro por Odebrecht e Petrobras. Na terceira etapa, será feito o aumento de capital da Braskem a ser realizado sob a forma de uma subscrição privada por seus acionistas.
A aquisição pela Braskem das ações da Quattor detidas pela Unipar será a quarta etapa, seguida da aquisição pela Braskem de 100% das ações da Unipar Comercial e Distribuidora e de 33,3% das ações da Polibutenos S.A. Indústrias Químicas ("Polibutenos"). Na sexta etapa a Braskem incorpora as ações da Quattor detidas pela Petrobras; e, por último, fará uma oferta pública por alienação indireta de controle da Quattor Petroquímica, empresa controlada da Quattor.
(Equipe AE)
Fonte: AE Broadcast
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