Mostrando postagens com marcador força. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador força. Mostrar todas as postagens

Ibovespa seguirá em ritmo positivo caso respeite os 57.260 pontos

Mesmo tendo recuado em dois dos três últimos pregões, o Ibovespa segue em um ritmo bastante favorável para novas altas, avalia Gustavo Almeida. Segundo ele, mesmo com as quedas na segunda e na terça-feira, o índice de ações mostrou uma força compradora predominante no intraday.

Ibovespa perde forças no final do dia e fecha com leve alta de 0,32%

O Ibovespa  operou no campo positivo durante todo o pregão desta terça-feira (27), chegando a atingir um avanço de 2,32% em sua máxima no intraday. Entretanto, o índice perdeu forças no final da tarde e fechou com leve alta de 0,32% - segundo avanço consecutivo -, aos 53.920 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,855 bilhões.

Ações da Natura com força para alta de curto prazo



Se elas chegarem a R$ 33,21, que seria a primeira resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação), elas têm sustentação para sair da tendência de queda que estão apresentando neste ano.

Índices de ações dos EUA ganham forças e passam a operar com sinais opostos

SÃO PAULO – Após um começo de dia bastante negativo, os principais índices acionários norte-americanos ganharam forças na tarde desta quarta-feira (3), chegando a registrarem significativas altas. Contudo, neste momento, eles mostram trajetórias opostas, com o Nasdaq operando em alta, enquanto o Dow Jones opera no vermelho e o S&P 500 fica bem próximo da estabilidade.

Wall Street perde força com expectativa sobre votação na Câmara

Os principais índices acionários de Wall Street encerraram o pregão desta quinta-feira sem uma direção única, revertendo o movimento de alta apresentado durante todo o dia, reflexo da expectativa dos investidores com a votação, no Congresso, de mais uma proposta para elevar o teto da dívida do país.

Bolsas da Europa perdem força nesta terça-feira


Após uma abertura positiva, o mercado acionário europeu inverteu o sinal e passou a operar no vermelho, com os investidores digerindo o início da temporada de balanços corporativos nos EUA.


A sessão de ontem (11) foi marcada pela expectativa em torno da largada para a divulgação dos dados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2009.

A produtora de alumínio Alcoa foi a primeira a apresentar seus números após o fechamento do pregão em Wall Street e frustrou as estimativas do mercado.

A companhia teve prejuízo líquido de US$ 277 milhões, ou US$ 0,28 por ação, ante perda de US$ 1,19 bilhão, ou US$ 1,49 por ação, no quarto trimestre de 2008.

Com isso, as commodities, que já ensaiavam certa desvalorização, tiveram suas perdas acentuadas. Consequentemente, os ativos das empresas relacionadas a matérias-primas interromperam o movimento de forte alta que vinham apresentando.

Na Bolsa de Londres, as mineradoras seguiam em baixa, lideradas pela BHP Billiton, que recuava 1,07%. Na sequência ficavam Xstrata (-1,02%), Rio Tinto (-0,91%) e Anglo American (-0,88%).

Nesta terça-feira, as atenções dos investidores se voltam aos dados da balança comercial dos Estados Unidos, que serão conhecidos às 11h30 (horário de Brasília).

Na Grã-Bretanha, o resultado da balança comercial surpreendeu. Em novembro de 2009, o déficit comercial britânico ficou em 6,784 bilhões de libras, ante 7,016 bilhões de libras em outubro, reflexo de uma queda de 0,8% nas importações e alta de 0,1% nas exportações.

No cenário corporativo, a Cadbury divulgou fortes resultados para o ano de 2009, na última tentativa de defesa contra a oferta hostil de aquisição por 10,5 bilhões de libras (US$ 17 bilhões) feita pela Kraft Foods.

Em um documento final contra a oferta, a fabricante britânica de doces afirmou que a oferta da Kraft é "irrisória" e que avalia a empresa por menos que qualquer acordo comparável no setor.

A Cadbury afirmou que as vendas em 2009 subiram 5%, acelerando para 6% no segundo semestre.

Às 8h55 (horário de Brasília), o DAX de Frankfurt perdia 0,47%, a 6.012 pontos; o CAC-40 de Paris caía 0,47%, a 4.024 pontos; e o FTSE-100 de Londres cedia 0,42%, a 5.514 pontos.

Fonte: Brasil Econômico