Ibovespa segue mercados externos e recua 0,20%
28 de setembro de 2010 - Depois de abrir em alta, a Bolsa de Valores
de São Paulo mudou de rumo e opera no vermelho, influenciada por novas
incertezas sobre a situação fiscal de países da zona do euro e por
indicadores econômicos dos Estados Unidos. Há alguns momentos, o
Ibovespa cedia 0,20% aos 68.680 pontos, com giro financeiro de R$ 1,2
bilhão.
Entre as notícias que repercutem no pregão, o rebaixamento do rating do banco irlandes Anglo, anunciado ontem pela agência Moody's, manteve a incerteza quanto a saúde financeira dos bancos e o pagamento de suas obrigações junto aos investidores internacionais.
Além disso, também circulam rumores de que a Moody's pode rebaixar a nota de crédito da Espanha. "O humor negativo poderá ganhar força no pregão de hoje, em função das notícias ruins na Europa", afirmam os economistas do Bradesco, em relatório.
Entre os indicadores econômicos, os preços dos imóveis nos Estados Unidos registraram alta em julho, em relação ao mês anterior, segundo apurou o S&P/Case-Shiller Home Price Indices, medido pela Standard & Poor's. Em 20 cidades que compõem o índice a alta foi de 0,6% e supreendeu o mercado, que esperava queda de 0,5%.
Ainda nos EUA, a confiança do consumidor (Consumer confidence), medida pelo Conference Board, voltou a cair em setembro. O índice marcou 48,5 pontos ante 53,21 pontos registrados no mês passado. A expectativa era de 52,3 pontos.
Entre as notícias que repercutem no pregão, o rebaixamento do rating do banco irlandes Anglo, anunciado ontem pela agência Moody's, manteve a incerteza quanto a saúde financeira dos bancos e o pagamento de suas obrigações junto aos investidores internacionais.
Além disso, também circulam rumores de que a Moody's pode rebaixar a nota de crédito da Espanha. "O humor negativo poderá ganhar força no pregão de hoje, em função das notícias ruins na Europa", afirmam os economistas do Bradesco, em relatório.
Entre os indicadores econômicos, os preços dos imóveis nos Estados Unidos registraram alta em julho, em relação ao mês anterior, segundo apurou o S&P/Case-Shiller Home Price Indices, medido pela Standard & Poor's. Em 20 cidades que compõem o índice a alta foi de 0,6% e supreendeu o mercado, que esperava queda de 0,5%.
Ainda nos EUA, a confiança do consumidor (Consumer confidence), medida pelo Conference Board, voltou a cair em setembro. O índice marcou 48,5 pontos ante 53,21 pontos registrados no mês passado. A expectativa era de 52,3 pontos.
As Bolsas de Wall Street também operam no vermelho, após abrirem o
dia com ganhos. O índice Dow Jones cedia, há instantes, 0,58% e o
S&P 500 recuava 0,74%.
Na Europa, o Produto Interno Bruto (PIB) revisado do Reino Unido
mostrou crescimento de 1,2% no segundo trimestre ante o primeiro. Já em
relação ao mesmo período de 2009, a economia britânica avançou 1,7%. Os
dados vieram em linha com o projetado pelo mercado.
Na Alemanha, o índice de confiança medido pelo Instituto GfK registrou 4,9 pontos em outubro na sequência de uma revisão de 4,3 pontos em setembro. O indicador ficou acima das expectativas de 4,2 pontos.
"O aumento na confiança dos consumidores continua sendo motivado pelas condições mais favoráveis do mercado de trabalho, ainda que os dados divulgados recentemente sinalizem certa acomodação da economia no país nesta segunda metade deste ano", dizem os economistas do Brasdesco.
No front corporativo, a Redecard celebrou parceria com a China Unionpay e vai passar a realizar operações de crédito e débito da bandeira asiática no Brasil, a partir do início de 2011.
As ações ordinárias (RDCD3) subiam, há pouco, 0,65% a R$ 26,17.
Já a Usiminas anunciou hoje que foi aprovado, em assembleia geral extraordinária, o desdobramento de ações da companhia. Assim, cada ação do capital social passará a ser representada por duas ações, da mesma espécie e classe, e que darão os mesmos direitos já existentes.
Os acionistas que adquiriram ou mantiveram posição acionária até ontem (27) terão direito ao recebimento das ações decorrentes do desdobramento e, a partir de hoje, as ações de emissão da passam a ser negociadas sem direito ao desdobramento.
Há pouco, as ações ordinárias (USIM3) ganhavam 1,48% a R$ 25,40. Já as preferenciais classe A (USIM5) subiam 1,33% a R$ 22,80.
Dentre as demais ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1º de setembro a 31 de dezembro) Vale PNA (VALE5) cedia 0,53% a R$ 45,36; Petrobras PN (PETR4) ganhava 0,57% a 26,65; Itaú Unibanco PN (ITUB4) avançava 0,59% a R$ 38,93; BM&FBovespa ON (BVMF3) valorizava 0,56% a R$ 14,35; e OGX ON (OGXP3) registrava apreciação de 0,34% a R$ 20,72.
Na Alemanha, o índice de confiança medido pelo Instituto GfK registrou 4,9 pontos em outubro na sequência de uma revisão de 4,3 pontos em setembro. O indicador ficou acima das expectativas de 4,2 pontos.
"O aumento na confiança dos consumidores continua sendo motivado pelas condições mais favoráveis do mercado de trabalho, ainda que os dados divulgados recentemente sinalizem certa acomodação da economia no país nesta segunda metade deste ano", dizem os economistas do Brasdesco.
No front corporativo, a Redecard celebrou parceria com a China Unionpay e vai passar a realizar operações de crédito e débito da bandeira asiática no Brasil, a partir do início de 2011.
As ações ordinárias (RDCD3) subiam, há pouco, 0,65% a R$ 26,17.
Já a Usiminas anunciou hoje que foi aprovado, em assembleia geral extraordinária, o desdobramento de ações da companhia. Assim, cada ação do capital social passará a ser representada por duas ações, da mesma espécie e classe, e que darão os mesmos direitos já existentes.
Os acionistas que adquiriram ou mantiveram posição acionária até ontem (27) terão direito ao recebimento das ações decorrentes do desdobramento e, a partir de hoje, as ações de emissão da passam a ser negociadas sem direito ao desdobramento.
Há pouco, as ações ordinárias (USIM3) ganhavam 1,48% a R$ 25,40. Já as preferenciais classe A (USIM5) subiam 1,33% a R$ 22,80.
Dentre as demais ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1º de setembro a 31 de dezembro) Vale PNA (VALE5) cedia 0,53% a R$ 45,36; Petrobras PN (PETR4) ganhava 0,57% a 26,65; Itaú Unibanco PN (ITUB4) avançava 0,59% a R$ 38,93; BM&FBovespa ON (BVMF3) valorizava 0,56% a R$ 14,35; e OGX ON (OGXP3) registrava apreciação de 0,34% a R$ 20,72.
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