Ibovespa cai 0,39% com indicadores norte-americanos
14 de julho de 2010 - Durou pouco o otimismo em relação aos balanços
corporativos nos Estados Unidos e os agentes voltaram a se atentar aos
indicadores econômicos norte-americanos. A divulgação dos números
positivos da Intel ontem, após o encerramento do mercado, não foi
suficiente para segurar o apetite por riscos verificado no últimos dias e
o mercado acionário nacional opera com desvalorização, na mesma linha
das principais bolsas europeias.
Há poucos momentos, o Ibovespa, principal termômetro da bolsa paulista, recuava 0,39% aos 63.439 pontos. O giro financeiro era de R$ 1 bilhão.
Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 3 de maio a 31 de agosto), Petrobras PN (PETR4) tinha queda de 0,44% a R$ 27,18, Vale PNA (VALE5) desvalorizava 0,54% a R$ 38,34; Itaú Unibanco PN (ITUB4) cedia 0,05% a R$ 37,33; BM&FBovespa ON (BVMF3) perdia 1% a R$ 11,88 e Gerdau PN (GGBR4) cedia 1,11% a R$ 24,05.
"O mercado está queimando um pouco da gordura acumulada nos últimos dias, aproveitando que as vendas no varejo dos Estados Unidos ficaram abaixo do esperado", afirma o operador da Um Investimentos, Eduardo Camargo Oliveira.
Segundo o Departamento do Comércio, as vendas do comércio varejista norte-americano recuaram 0,5% em junho, na comparação com o mês de maio, abaixo das projeções que apontavam queda de 0,1% no período.
Ainda entre os indicadores dos EUA, os pedidos de financiamentos hipotecários recuaram 2,9% na semana encerrada dia 9 de julho, ante o mesmo período da semana anterior, já com ajustes sazonais.
Já os estoques das indústrias avançaram 0,1% em maio ante abril para US$ 1,355 trilhão, um pouco abaixo do esperado pelo mercado que aguardava avanço de 0,2%. Em relação a maio de 2009, contudo, os estoques recuaram 1,5%.
O profisional afirma que os agentes também estão à espera dos números da economia chinesa, que serão divulgados na madrugada de hoje. "O mercado aguarda os dados do Produto Interno Bruto (PIB), Inflação e Produção Industrial da China", diz Oliveira. "Amanhã também começam os balanços de bancos norte-americanos, que devem centrar a atenção dos investidores", ressalta.
Na Europa, também saíram dados importantes nesta manhã. A produção industrial nos 16 países que formam a zona do euro cresceu 0,9% em maio na comparação com abril. Nos 27 países da União Europeia (UE) a evolução foi de 1% entre um mês e outro, de acordo com o Escritório Nacional de Estatística, o Eurostat.
Ainda por lá, Portugal vendeu nesta quarta-feira € 1,68 bilhão em leilões de Obrigações do Tesouro com vencimento em dois ou nove anos. O montante superou as previsões do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), que eram de até € 1,5 bilhão, mas os juros ficaram acima das operações anteriores.
As bolsas do continente operam com sinais negativos. Há instantes, o índice FTSE 100, de Londres, recuava 0,92%, eo CAC 40, de Paris, perdia 0,87%.
Há poucos momentos, o Ibovespa, principal termômetro da bolsa paulista, recuava 0,39% aos 63.439 pontos. O giro financeiro era de R$ 1 bilhão.
Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 3 de maio a 31 de agosto), Petrobras PN (PETR4) tinha queda de 0,44% a R$ 27,18, Vale PNA (VALE5) desvalorizava 0,54% a R$ 38,34; Itaú Unibanco PN (ITUB4) cedia 0,05% a R$ 37,33; BM&FBovespa ON (BVMF3) perdia 1% a R$ 11,88 e Gerdau PN (GGBR4) cedia 1,11% a R$ 24,05.
"O mercado está queimando um pouco da gordura acumulada nos últimos dias, aproveitando que as vendas no varejo dos Estados Unidos ficaram abaixo do esperado", afirma o operador da Um Investimentos, Eduardo Camargo Oliveira.
Segundo o Departamento do Comércio, as vendas do comércio varejista norte-americano recuaram 0,5% em junho, na comparação com o mês de maio, abaixo das projeções que apontavam queda de 0,1% no período.
Ainda entre os indicadores dos EUA, os pedidos de financiamentos hipotecários recuaram 2,9% na semana encerrada dia 9 de julho, ante o mesmo período da semana anterior, já com ajustes sazonais.
Já os estoques das indústrias avançaram 0,1% em maio ante abril para US$ 1,355 trilhão, um pouco abaixo do esperado pelo mercado que aguardava avanço de 0,2%. Em relação a maio de 2009, contudo, os estoques recuaram 1,5%.
O profisional afirma que os agentes também estão à espera dos números da economia chinesa, que serão divulgados na madrugada de hoje. "O mercado aguarda os dados do Produto Interno Bruto (PIB), Inflação e Produção Industrial da China", diz Oliveira. "Amanhã também começam os balanços de bancos norte-americanos, que devem centrar a atenção dos investidores", ressalta.
Na Europa, também saíram dados importantes nesta manhã. A produção industrial nos 16 países que formam a zona do euro cresceu 0,9% em maio na comparação com abril. Nos 27 países da União Europeia (UE) a evolução foi de 1% entre um mês e outro, de acordo com o Escritório Nacional de Estatística, o Eurostat.
Ainda por lá, Portugal vendeu nesta quarta-feira € 1,68 bilhão em leilões de Obrigações do Tesouro com vencimento em dois ou nove anos. O montante superou as previsões do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), que eram de até € 1,5 bilhão, mas os juros ficaram acima das operações anteriores.
As bolsas do continente operam com sinais negativos. Há instantes, o índice FTSE 100, de Londres, recuava 0,92%, eo CAC 40, de Paris, perdia 0,87%.
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