Bolsas asiáticas recuam, refletindo pessimismo da ata do Fed e PIB da China
SÃO PAULO – Pressionadas por indicadores piores do que o esperado nos Estados Unidos e na China, além de comentários pessimistas do Federal Reserve, as bolsas asiáticas fecharam esta quinta-feira (15) em queda.
O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio encerrou o pregão em baixa de 1,12%, chegando a 9.686 pontos e, com isso, o acumulado no ano aponta para forte baixa de 8,16%. Já o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, apresentou baixa de 1,48% e atingiu 20.256 pontos, enquanto o índice Shanghai Composite, da Bolsa de Xangai, registrou baixa de 1,87%, encerrando a 2.424 pontos.
A percepção é de que a recuperação ainda é frágil diante de dados negativos vindos de duas das principais economias do globo. Na última quarta-feira, o governo norte-americano anunciou que as vendas ao varejo do país caíram 0,5% em junho, pior que a queda de 0,2% projetada pelos analistas.
Além disso, o Federal Reserve mostrou na ata de sua última reunião uma maior preocupação com novas desacelerações. “A perspectiva econômica está pior e diversos membros acreditam que os riscos voltaram a ser de queda”, informou o documento.
PIB da China
Aliando-se ao cenário já negativo, o PIB (Produto Interno Bruto) chinês mostrou desaceleração no segundo trimestre deste ano, marcando alta de 10,3%, abaixo dos 11,9% vistos entre janeiro e março de 2010. O desempenho também ficou abaixo do avanço de 10,5% esperado pelos analistas.
O governo local ainda divulgou dados de junho de produção industrial, inflação ao produtor e ao consumidor e vendas ao varejo: todos inferiores às estimativas do mercado.
Destaques corporativos
Com os dados negativos, não são apenas os mercados acionários que sofrem, com as commodities também operando em queda. Dessa forma, a Inpex Corp, maior exportadora de petróleo do Japão, viu suas ações caírem 5,1% na bolsa de Tóquio.
Ainda na capital japonesa, a Nissan Motor e a Sony, duas grandes exportadoras do país, registraram quedas de 3,3% e 2,4% em seus papéis.
Na China, as ações do Agricultural Bank, que levantou US$ 19,2 bilhões no maior IPO (Initial Public Offering) do mundo, estrearam nesta sessão. Os papéis resistiram ao mau humor generalizado e fecharam com alta de 0,8%.
Fonte: InfoMoney
O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio encerrou o pregão em baixa de 1,12%, chegando a 9.686 pontos e, com isso, o acumulado no ano aponta para forte baixa de 8,16%. Já o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, apresentou baixa de 1,48% e atingiu 20.256 pontos, enquanto o índice Shanghai Composite, da Bolsa de Xangai, registrou baixa de 1,87%, encerrando a 2.424 pontos.
A percepção é de que a recuperação ainda é frágil diante de dados negativos vindos de duas das principais economias do globo. Na última quarta-feira, o governo norte-americano anunciou que as vendas ao varejo do país caíram 0,5% em junho, pior que a queda de 0,2% projetada pelos analistas.
Além disso, o Federal Reserve mostrou na ata de sua última reunião uma maior preocupação com novas desacelerações. “A perspectiva econômica está pior e diversos membros acreditam que os riscos voltaram a ser de queda”, informou o documento.
PIB da China
Aliando-se ao cenário já negativo, o PIB (Produto Interno Bruto) chinês mostrou desaceleração no segundo trimestre deste ano, marcando alta de 10,3%, abaixo dos 11,9% vistos entre janeiro e março de 2010. O desempenho também ficou abaixo do avanço de 10,5% esperado pelos analistas.
O governo local ainda divulgou dados de junho de produção industrial, inflação ao produtor e ao consumidor e vendas ao varejo: todos inferiores às estimativas do mercado.
Destaques corporativos
Com os dados negativos, não são apenas os mercados acionários que sofrem, com as commodities também operando em queda. Dessa forma, a Inpex Corp, maior exportadora de petróleo do Japão, viu suas ações caírem 5,1% na bolsa de Tóquio.
Ainda na capital japonesa, a Nissan Motor e a Sony, duas grandes exportadoras do país, registraram quedas de 3,3% e 2,4% em seus papéis.
Na China, as ações do Agricultural Bank, que levantou US$ 19,2 bilhões no maior IPO (Initial Public Offering) do mundo, estrearam nesta sessão. Os papéis resistiram ao mau humor generalizado e fecharam com alta de 0,8%.
Fonte: InfoMoney
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário