Ibovespa consegue superar instabilidade externa e avança 0,24%

SÃO PAULO – Os principais mercados de renda variável iniciaram a semana sem tendência, ponderando notícias da China e da Venezuela. As bolsas europeias encerraram a sessão com sinais opostos nesta segunda-feira (11) – o mesmo acontecia com os índices em Wall Street no fechamento da bolsa brasileira, afetados pela previsão de perdas de companhias norte-americanas atuantes na Venezuela.

O Ibovespa, após oscilar entre altas e baixas durante a sessão, encerrou o pregão com leve alta de 0,24%, a 70.433 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 6,18 bilhões.
BolsaOs papéis da Braskem dispararam nesta tarde e lideraram isoladas as altas do Ibovespa, refletindo as expectativas do mercado acerca da operação com a Quattor e a Petrobras. Vale mencionar que, na última sexta-feira, a subsidiária da estatal comprou 31% das ações da Braskem.

As ações da OGX Petróleo também avançaram na bolsa brasileira, após a companhia anunciar novas descobertas de hidrocarbonetos na Bacia de Campos. Também contou a favor a elevação do preço-alvo da ação pelo Credit Suisse.

Outra empresa do grupo EBX, pertencente a Eike Batista, a se destacar neste pregão é a MMX Mineração, que seguiu o avanço nos preços das commodities metálicas.

Após acumularem ganhos de mais de 250% na última semana, os papéis ordinários da Parmalat deram continuidade a trajetória ascendente, assim como os papéis de sua controladora, a Laep. Por outro lado, os papéis da JBS, suposta compradora da Parmalat, estão entre os destaques de queda no Ibovespa.

Da mesma forma, os papéis do Rossi Residencial figuram entre as principais quedas da sessão, assim como os ativos da Telemar, Eletrobrás e Natura.

Além disso, a Cosan comunicou na última sexta-feira que obteve uma medida para que seu nome seja excluído da “lista suja” do Ministério do Trabalho. A produtora de cana de açúcar também figura no noticiário ao ter realizado a compra de 500 vagões ferroviários de carga da Amsted Maxion Fundição e Equipamentos Ferroviários, controlada pela Iochpe-Maxion.

Por: InfoMoney

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