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Bovespa retrai 0,16% em dia instável; dólar marca R$ 1,80
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tem perdas moderadas na rodada de negócios desta sexta-feira. Embora o PIB americano tenha surpreendido positivamente, os mercados mundiais se abalaram com as perdas bilionárias da AIG (uma das maiores seguradoras mundiais) a forte contração nas vendas de casas usadas nos EUA. A taxa de câmbio doméstica recua para R$ 1,80.
Fonte: Folha Online
O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, recua 0,16%, aos 66.016 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,5 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 0,16%.
A CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) comunicou um lucro líquido de R$ 2,6 bilhões para o exercício de 2009 ante R$ 5,774 bilhões em 2008. A ação ordinária dessa empresa é o terceiro ativo mais negociado da Bolsa, e tem valorização de 2,06%.
O dólar comercial é negociado por R$ 1,802, em um declínio de 1,63%. A taxa de risco-país marca 213 pontos, número 3,18% abaixo da pontuação anterior.
Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Comércio dos EUA revelou hoje que o PIB (Produto Interno Bruto) do país teve crescimento de 5,9% (dado anualizado) no último trimestre do ano passado, pouco acima dos 5,7% inicialmente estimado. Esse número ainda deve sofrer mais uma revisão, prevista para o final de março.
No ano passado como um todo a economia americana caiu 2,4%, estimativa inalterada em relação ao resultado divulgado em janeiro. Trata-se do pior resultado desde 1946 --quando a queda foi de 10,9%--, contra leve alta de 0,4% em 2008.
Ainda nos EUA, as vendas de casas usadas caíram 7,2% em janeiro, na sequência de uma retração de 11,2% na comercialização de imóveis novos, no mesmo período.
Na zona do euro, o ONS (Escritório Nacional de Estatísticas, na sigla em inglês) apontou que o PIB do Reino Unido teve crescimento de 0,3% no quarto trimestre ante o terceiro, no ano passado. Na comparação com o último trimestre de 2008, a expansão foi de 3,3%. Todos os números foram maiores que as estimativas anteriores.
A seguradora americana AIG anunciou um prejuízo líquido de US$ 8,873 bilhões para o último trimestre de 2009. Embora o número seja muito menor que as gigantescas perdas de US$ 61 bilhões vistas no final de 2008, a melhora dos resultados veio abaixo das expectativas de Wall Street.
Bovespa retrai 1,87% após abertura; dólar atinge R$ 1,84
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) registra fortes perdas desde os primeiros negócios desta quinta-feira. Preocupações com o possível rebaixamento da dívida grega pelas agências de "rating" (risco de crédito) afetam os mercados mundiais. A taxa de câmbio reflete esse nervosismo e atinge R$ 1,84.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, cai 1,87%, aos 64.561 pontos. Ontem, a Bovespa fechou em baixa de 0,47%.
O dólar comercial é negociado por R$ 1,840, em um acréscimo de 0,76% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 220 pontos, número 1,38% acima da pontuação anterior.
As Bolsas asiáticas foram os primeiros mercados a refletirem preocupações com a Grécia. Em Tóquio, o índice Nikkei cedeu 0,95%; em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 0,33%. Na Europa, a Bolsa de Londres cai 0,85%; em Frankfurt, o índice Dax recua 0,74%.
Entre as primeiras notícias do dia, o governo alemão informou que a taxa de desemprego atingiu 8,7% em fevereiro. Ainda na zona do euro, a agência Standard & Poor's confirmou que o "rating" da Grécia continua classificado como "grau de investimento" (o nível mais alto).
O banco britânico RBS (Royal Bank of Scotland) reportou um prejuízo de aproximadamente US$ 9,51 bilhões, ante perda de US$ 10,6 bilhões) um ano antes.
No front doméstico, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou uma taxa de desemprego nacional de 7,2% em janeiro, ante 6,8% em dezembro. Trata-se da menor taxa para um mês de janeiro desde o início da série histórica, iniciada em 2002.
Várias empresas brasileiras já divulgaram seus balanços hoje, com destaque para o Banco do Brasil, que apurou um lucro histórico de R$ 10,15 bilhões, um aumento de 15,3% na comparação com 2008.
Já o grupo siderúrgico Usiminas anunciou um lucro líquido de R$ 1,344 bilhão para exercício de 2009, o que representa uma retração de 58% sobre o resultado de 2008. No mesmo setor, o grupo Gerdau revelou um lucro líquido de R$ 1 bilhão no exercício de 2009, ante R$ 4,94 bilhões em 2008.
Bovespa retrai 0,70% nos primeiros negócios; dólar atinge R$ 1,77
As ações brasileiras são negociadas com desvalorização logo nos primeiros negócios desta sexta-feira. Os resultados positivos já divulgados de duas grandes empresas americanas aparentemente não animaram os investidores, que aguardam uma bateria de indicadores da economia dos EUA. A taxa de câmbio câmbio doméstica bate R$ 1,77.
O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, perde 0,70%, aos 69.311 pontos. Ontem, a Bovespa fechou em queda de 0,83%.
O dólar comercial é vendido por R$ 1,771, em alta de 0,33%. A taxa de risco-país marca 204 pontos, número 1% acima da pontuação anterior.
As ações do setor de tecnologia contribuíram para as principais Bolsas asiáticas encerrassem com ganhos o expediente de hoje, a exemplo de Tóquio (0,68%). Na Europa, a Bolsa de Londres recua 0,23%; em Frankfurt, o índice acionário Dax cai 0,95%.
Os investidores devem repercutir hoje os balanços de duas importantes empresas americanas. Ontem, a Intel, fabricante de microprocessadores, informou um lucro de US$ 4,369 bilhões (US$ 0,77 por ação) para o ano de 2009, uma cifra 17,4% menor do que o resultado de 2008. Analistas ressaltaram o forte resultado visto no quarto trimestre --US$ 2,282 bilhões- o que representa um crescimento de 875% sobre o lucro no último trimestre de 2008.
E o banco JP Morgan Chase reportou hoje um lucro de US$ 3,3 bilhões (US$ 0,74 por ação) para o quarto trimestre do ano passado, em um aumento de 367,2% sobre o resultado de um ano antes --US$ 702 milhões (US$ 0,06 por ação).
O mercado ainda aguarda o índice de inflação americano CPI, os números da produção industrial (dezembro) nos EUA, além da influente sondagem da Universidade de Michigan sobre a confiança do consumidor americano (janeiro).
Fonte: Folha Online
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