Bolsas mundiais têm queda após declaração da Alemanha

Após terem mostrado otimismo com a decisão da reunião do G20, declarações do governo alemão derrubam as bolsas mundiais.
Os ministros de economia e finanças do grupo das 20 maiores economias do mundo, o G20, estiveram reunidos em Paris, durante o fim de semana.
Os ministros de economia e finanças do grupo das 20 maiores economias do mundo, o G20, estiveram reunidos em Paris, durante o fim de semana.
Os líderes da Zona do Euro afirmaram que apresentarão um plano efetivo para lidar com a crise até a próxima reunião do conselho europeu, no dia 23 de outubro.
Após o encontro, o G20 emitiu comunicado apoiando um reforço do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), e ressaltando a importância de garantir a liquidez dos bancos.
As bolsas europeias subiram com a notícia, mas nesta manhã o governo alemão declarou que não haverá uma resposta rápida para a crise da região, e que os problemas da Zona do Euro não poderão ser resolvidos até a reunião.
Após as declarações, os mercados de ações europeus invertiam a tendência de alta. O FTSE 100, de Londres, ainda mantinha alta de 0,27%; o DAX, de Frankfurt, tem recuo de 0,35%; e o CAC-40, em Paris, tem queda de 0,02%.
Nos Estados Unidos, as expectativas recaem também sobre a divulgação de resultados no setor financeiro. O Citigroup superou as expectativas ao reportar lucro líquido de US$ 3,8 bilhões no trimestre, um crescimento de 72%.
Por sua vez, a Wells Fargo divulgou que seu lucro avançou 21%, para US$ 4,1 bilhões.
No sentido contrário, a Philips anunciou que os lucros recuaram 85,5% no terceiro trimestre, para € 76 milhões.
A empresa informou que fará um programa global de redução de custos, prevendo a economia de € 800 milhões e a 4.500 postos de trabalho.
Em Wall Street, os índices futuros apontam para uma abertura em baixa, repercutindo pessimismo na Europa. Os futuros do Dow Jones e do S&P 500 recuam 0,10% e 0,23%, respectivamente.
Por aqui, o Ibovespa Futuro tem queda de 0,65%, a 55.330 pontos.
Na agenda de indicadores, será divulgada a produção industrial dos Estados Unidos. Analistas esperam uma alta de 0,2% em setembro, após uma expansão de 0,2% no mês de agosto.
Na Ásia, as bolsas fecharam com valorização, antecipando uma reação otimista com a reunião do G20. Na China, o índice referencial de Xangai teve alta de 0,37%; em Hong Kong, a bolsa valorizou 2%; e em Tóquio, o Nikkei 225 ganhou 1,5%.
Após o encontro, o G20 emitiu comunicado apoiando um reforço do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), e ressaltando a importância de garantir a liquidez dos bancos.
As bolsas europeias subiram com a notícia, mas nesta manhã o governo alemão declarou que não haverá uma resposta rápida para a crise da região, e que os problemas da Zona do Euro não poderão ser resolvidos até a reunião.
Após as declarações, os mercados de ações europeus invertiam a tendência de alta. O FTSE 100, de Londres, ainda mantinha alta de 0,27%; o DAX, de Frankfurt, tem recuo de 0,35%; e o CAC-40, em Paris, tem queda de 0,02%.
Nos Estados Unidos, as expectativas recaem também sobre a divulgação de resultados no setor financeiro. O Citigroup superou as expectativas ao reportar lucro líquido de US$ 3,8 bilhões no trimestre, um crescimento de 72%.
Por sua vez, a Wells Fargo divulgou que seu lucro avançou 21%, para US$ 4,1 bilhões.
No sentido contrário, a Philips anunciou que os lucros recuaram 85,5% no terceiro trimestre, para € 76 milhões.
A empresa informou que fará um programa global de redução de custos, prevendo a economia de € 800 milhões e a 4.500 postos de trabalho.
Em Wall Street, os índices futuros apontam para uma abertura em baixa, repercutindo pessimismo na Europa. Os futuros do Dow Jones e do S&P 500 recuam 0,10% e 0,23%, respectivamente.
Por aqui, o Ibovespa Futuro tem queda de 0,65%, a 55.330 pontos.
Na agenda de indicadores, será divulgada a produção industrial dos Estados Unidos. Analistas esperam uma alta de 0,2% em setembro, após uma expansão de 0,2% no mês de agosto.
Na Ásia, as bolsas fecharam com valorização, antecipando uma reação otimista com a reunião do G20. Na China, o índice referencial de Xangai teve alta de 0,37%; em Hong Kong, a bolsa valorizou 2%; e em Tóquio, o Nikkei 225 ganhou 1,5%.
Fonte: Brasil Econômico