Ibovespa amplia ganhos e avança de olho em Wall Street e safra de resultados
SÃO PAULO - Ampliando ganhos desde a abertura, o Ibovespa apresenta alta de 1,30% no início da tarde desta quinta-feira (28) e atinge 59.049 pontos com volume financeiro de R$ 2,162 bilhões.
O principal índice da bolsa brasileira acompanha a trajetória de ganhos observada em Wall Street, a qual é encarada como um ajuste frente às perdas das últimas sessões, uma vez que, sob um prisma mais amplo, ainda não há sinais de solução para o impasse sobre o teto da dívida norte-americana que coloca o país em risco de default.
O principal índice da bolsa brasileira acompanha a trajetória de ganhos observada em Wall Street, a qual é encarada como um ajuste frente às perdas das últimas sessões, uma vez que, sob um prisma mais amplo, ainda não há sinais de solução para o impasse sobre o teto da dívida norte-americana que coloca o país em risco de default.
Por hora, congressistas republicanos e democratas mantêm suas posturas pouco conciliatórias, não sobre o aumento do teto da dívida, e sim sobre como o país deve conduzir sua política fiscal no futuro, impedindo a aprovação da rolagem do endividamento caso não haja uma definição até a próxima terça-feira.
Fim do ciclo?
Além disso, o pregão por aqui reflete também a recepção da divulgação da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que conforme alguns já especulavam, sinalizou freio no processo de aumento de juros.
O Comitê entende que riscos baixos para a inflação subjacente no curto prazo tendem a reduzir incertezas em relação ao comportamento futuro da inflação plena, facilitando a avaliação de cenários por parte da autoridade monetária, assim como auxiliam no processo de coordenação de expectativas dos agentes econômicos, em particular, dos formadores de preços.
Altas e baixas
Em meio à safra de resultados o principal destaque positivo fica com as ações Redecard (RDCD3), que registram valorização de 4,80% e são cotadas a R$ 26,20, como reflexo da queda no lucro líquido menor do que o esperado.
Por outro lado, o pior desempenho fica com os papéis Light (LIGT3), que são cotados a R$ 28,20 e apresentam baixa de 2,49%, seguida de perto por outra empresa do setor, a Copel (CPLE6), com -1,72%.
As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:

As maiores baixas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:

Bolsas internacionais
Nos EUA, os principais índices acionários registram avanço, impulsionados por indicadores econômicos positivos, apesar da indefinição sobre o impasse política acerca do aumento do teto da dívida soberana dos EUA, que ainda traz preocupação ao mercado.
Por outro lado, na Europa o ambiente negativo no mercado de ações se repete pelo quarto dia consecutivo, com as bolsas em baixa em reação aos balanços corporativos desfavoráveis na região do euro, além é claro dos problemas fiscais, tanto dos EUA quanto da periferia da Europa, que ainda pesam.
Juros e câmbio
As principais taxas de contratos futuros operam com pouca oscilação no início dos negócios na BM&F, em leve tendência de queda, com o mercado analisando a ata do Copom divulgada no início da manhã.
Por fim, o dólar comercial segue valorizando estimulado pelo anúncio de medidas cambiais na véspera, a moeda norte-americana opera nesta tarde cotada a R$ 1,5646, alta de 0,4%.
Fonte: InfoMoney
Fim do ciclo?
Além disso, o pregão por aqui reflete também a recepção da divulgação da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que conforme alguns já especulavam, sinalizou freio no processo de aumento de juros.
O Comitê entende que riscos baixos para a inflação subjacente no curto prazo tendem a reduzir incertezas em relação ao comportamento futuro da inflação plena, facilitando a avaliação de cenários por parte da autoridade monetária, assim como auxiliam no processo de coordenação de expectativas dos agentes econômicos, em particular, dos formadores de preços.
Altas e baixas
Em meio à safra de resultados o principal destaque positivo fica com as ações Redecard (RDCD3), que registram valorização de 4,80% e são cotadas a R$ 26,20, como reflexo da queda no lucro líquido menor do que o esperado.
Por outro lado, o pior desempenho fica com os papéis Light (LIGT3), que são cotados a R$ 28,20 e apresentam baixa de 2,49%, seguida de perto por outra empresa do setor, a Copel (CPLE6), com -1,72%.
As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:

As maiores baixas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:

Bolsas internacionais
Nos EUA, os principais índices acionários registram avanço, impulsionados por indicadores econômicos positivos, apesar da indefinição sobre o impasse política acerca do aumento do teto da dívida soberana dos EUA, que ainda traz preocupação ao mercado.
Por outro lado, na Europa o ambiente negativo no mercado de ações se repete pelo quarto dia consecutivo, com as bolsas em baixa em reação aos balanços corporativos desfavoráveis na região do euro, além é claro dos problemas fiscais, tanto dos EUA quanto da periferia da Europa, que ainda pesam.
Juros e câmbio
As principais taxas de contratos futuros operam com pouca oscilação no início dos negócios na BM&F, em leve tendência de queda, com o mercado analisando a ata do Copom divulgada no início da manhã.
Por fim, o dólar comercial segue valorizando estimulado pelo anúncio de medidas cambiais na véspera, a moeda norte-americana opera nesta tarde cotada a R$ 1,5646, alta de 0,4%.
Fonte: InfoMoney