Bolsas mantêm recuperação, ainda de olho na crise japonesa
As ações da Vale puxam a recuperação da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) na sessão desta quinta-feira. As Bolsas asiáticas fecharam com perdas hoje, porém mais moderadas na comparação com os pregões anteriores.
Os demais mercados operam em tom positivo. Há expectativas pela reunião do G7 (grupo das nações mais desenvolvidas) para discutir a tragédia japonesa. Ontem, a ministra de Economia francesa pediu uma resposta "em nível financeiro" à catástrofe natural.
Por enquanto, os indicadores frustrantes da economia americana já divulgados ainda não conseguiram reverter o "bom humor" nas Bolsas.
O índice Ibovespa, que reflete os preços das ações mais negociadas, sobe 0,59%, aos 66.393 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,32 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, avança 1,20%.
A ação preferencial da Vale tem alta de 2,05%, sendo alvo de R$ 567 milhões em negócios no pregão de hoje, ou 28% do volume financeiro até o momento.
O dólar comercial é negociado por R$ 1,672, em queda de 0,11%. A taxa de risco-país marca 181 pontos, número 7,17% abaixo da pontuação anterior.
Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Trabalho dos EUA reportou uma inflação de 0,5% em fevereiro, ante 0,4% em janeiro, pela leitura do CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês). Analistas de Wall Street previam uma alta de 0,4% para o período.
O mesmo órgão revelou uma redução na demanda pelo auxílio-desemprego. Até a semana passada, o órgão registrou 385 mil solicitações iniciais desse benefício, em uma queda de 16 mil registros na comparação com a cifra anterior, ficando em linha com as expectativas do mercado.
Ainda nos EUA, o Federal Reserve (o banco central americano) calculou um declínio de 0,1% da produção industrial em fevereiro, após um incremento de 0,3% em janeiro e de 1,3% em dezembro. Economistas do setor financeiro projetavam um aumento de 0,6%.
E a Espanha conseguiu captar mais de 4 bilhões de euros, por meio da emissão de títulos públicos com prazo entre dez e 30 anos. Analistas chamaram a atenção para o fato dos agentes financeiros terem tomado esse papéis a juros menores na comparação com uma emissão anterior do mesmo tipo.
Fonte: Folha.com
As ações da Vale puxam a recuperação da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) na sessão desta quinta-feira. As Bolsas asiáticas fecharam com perdas hoje, porém mais moderadas na comparação com os pregões anteriores.
Os demais mercados operam em tom positivo. Há expectativas pela reunião do G7 (grupo das nações mais desenvolvidas) para discutir a tragédia japonesa. Ontem, a ministra de Economia francesa pediu uma resposta "em nível financeiro" à catástrofe natural.
Por enquanto, os indicadores frustrantes da economia americana já divulgados ainda não conseguiram reverter o "bom humor" nas Bolsas.
O índice Ibovespa, que reflete os preços das ações mais negociadas, sobe 0,59%, aos 66.393 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,32 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, avança 1,20%.
A ação preferencial da Vale tem alta de 2,05%, sendo alvo de R$ 567 milhões em negócios no pregão de hoje, ou 28% do volume financeiro até o momento.
O dólar comercial é negociado por R$ 1,672, em queda de 0,11%. A taxa de risco-país marca 181 pontos, número 7,17% abaixo da pontuação anterior.
Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Trabalho dos EUA reportou uma inflação de 0,5% em fevereiro, ante 0,4% em janeiro, pela leitura do CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês). Analistas de Wall Street previam uma alta de 0,4% para o período.
O mesmo órgão revelou uma redução na demanda pelo auxílio-desemprego. Até a semana passada, o órgão registrou 385 mil solicitações iniciais desse benefício, em uma queda de 16 mil registros na comparação com a cifra anterior, ficando em linha com as expectativas do mercado.
Ainda nos EUA, o Federal Reserve (o banco central americano) calculou um declínio de 0,1% da produção industrial em fevereiro, após um incremento de 0,3% em janeiro e de 1,3% em dezembro. Economistas do setor financeiro projetavam um aumento de 0,6%.
E a Espanha conseguiu captar mais de 4 bilhões de euros, por meio da emissão de títulos públicos com prazo entre dez e 30 anos. Analistas chamaram a atenção para o fato dos agentes financeiros terem tomado esse papéis a juros menores na comparação com uma emissão anterior do mesmo tipo.
Fonte: Folha.com