Bolsa opera em alta, e dólar cai; acompanhe gráficos interativos

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera no azul nesta sexta-feira (18). Por volta das 10h05, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) tinha alta de 0,63%, aos 66.632,83 pontos (siga no UOL Economia gráfico da Bovespa com atualização constante). Veja ainda no UOL acotação das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.




cotação do dólar comercial seguia em baixa de 0,95%, a R$ 1,671 na venda, (veja no UOL gráfico com as últimas atualizações). 
cotação do euro tinha valorização de 0,26%, a R$ 2,36 na venda. Confira também no UOL as cotações anteriores do dólar e de outras moedas em gráfico interativo.

Bolsas asiáticas


Os principais índices das Bolsas asiáticas encerraram o último pregão desta semana com ganhos, após circular a notícia de que o G7 (grupo das sete maiores potências mundiais, incluindo o Japão) decidiu intervir no mercado de câmbio para impedir a sobrevalorização da moeda japonesa.

Em teleconferência na noite de ontem, os membros do G7 concordaram realizar uma ação coordenada de venda de iene, no momento em que o Japão passa por uma grave crise nuclear desencadeada pelo forte terremoto seguido de tsunami que atingiu o país na semana passada.

A expectativa de repatriação de investimentos para promover a reconstrução do país levou a moeda japonesa a registrar os maiores patamares desde a Segunda Guerra Mundial.

B2W


A B2W (BTOW3), dona dos sites Americanas.com, Submarino e Shoptime, registrou lucro líquido de R$ 33,6 milhões em 2010, queda de 45,8% sobre o ano anterior.
O item outras despesas operacionais também pressionou o ganho anual da empresa, ao registrar aumento de 27,6% em 12 meses, para R$ 80,5 milhões.
No ano, o resultado financeiro líquido também ficou negativo, em R$ 377,7 milhões de reais, 23,8% maior.

Vale


A Vale (VALE5) não vai adotar um sistema mensal de preços de minério de ferro e vai manter o padrão atual de contratos trimestrais, informou o diretor global de marketing da mineradora, Pedro Gutemberg.
"A Vale está vendendo todos os volumes contratados a preços trimestrais. Está satisfeita com os preços trimestrais e não tem intenção neste momento em mudar para preços mensais", disse Gutemberg, à Reuters.
"Acreditamos que o período de três meses é um período bom o suficiente para evitar grandes diferenças em relação aos preços atuais de mercado e, por outro lado, reduzir a volatilidade do período mensal."
Fonte: Uol Economia