Europa quer mercado único forte em prol da economia de bloco

A Comissão Europeia é a instituição é politica que representa e defende os interesses da UE na sua globalidade.
Barroso assegurou no discurso inaugural de uma conferência sobre o mercado único em Bruxelas que o bloco "fornece muito a nossas economias e sociedades".

Em sua opinião, o mercado único cobre todos os setores prioritários da estratégia "Europa 2020", com o qual a União Europeia quer impulsionar o crescimento econômico e o emprego nos próximos anos.

"Sem um mercado único ativo não poderemos apresentar resultados em todas as áreas da estratégia 2020", comentou.

Segundo os acordos, o mercado único é a criação que garante a liberdade de circulação de capitais, pessoas e bens no conjunto da União Europeia, com o objetivo de facilitar a vida dos cidadãos e de promover o crescimento econômico, ao dar acesso a um mercado potencial de 500 milhões de clientes.

Barroso lembrou que, em outubro passado, a Comissão apresentou um conjunto de medidas para potencializar o mercado único e resolver os erros judiciais detectados nas normas comuns do mercado interno.

A Comissão espera publicar medidas concretas para fortalecer o mercado único nos dois próximos anos com base nas contribuições de todas as partes.

Nesse sentido, assinalou que a maior parte das sugestões recolhidas pede um mercado interno "ambicioso", que ajude a impulsionar o crescimento e criar empregos, que seja equilibrado e apoie os cidadãos.

Segundo Barroso, o mercado único "pode ajudar a sair da crise e desenvolver uma economia social de mercado muito competitiva", favorecendo um crescimento "forte, durável e equitativo".

Por sua parte, o comissário europeu de Mercado Interno e Serviços Financeiros, Michel Barnier, assegurou que, 20 anos depois da criação do mercado único "ainda ficam muitos obstáculos para as pequenas e médias empresas e para os cidadãos".

"Podemos celebrar o 20º aniversário em um ambiente mais dinâmico que nostálgico, porque há uma forte demanda dos cidadãos" para um mercado único, indicou.

Barnier afirmou que a "primeira vítima" dos movimentos protecionistas é o mercado único e pediu para criar o "ecossistema" mais propício possível para facilitar a participação das empresas e dos cidadãos no mercado europeu.

Fonte: Folha.com

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