Dólar vira e passa a operar em alta nesta quinta-feira
O dólar comercial passou boa parte desta quinta-feira (20) operando em baixa.
Porém, perto das 15h, a moeda registrava valorização, sendo cotada a R$ 1,675
na venda, alta de 0,11%.
Na véspera, a moeda americana encerrou o pregão com desvalorização de 0,29%,
cotada a R$ 1,671 na compra e a R$ 1,673 na venda.
O mercado brasileiro inicia os negócios desta quinta-feira com as atenções
voltadas para a China. O país divulgou nesta madrugada números de atividade e
inflação referentes a dezembro e ao ano fechado de 2010, que se destacam na
agenda do dia.
Ainda no cenário externo, nos Estados Unidos, investidores analisam
indicadores semanais de pedidos de seguro-desemprego e estoques de petróleo,
além dos números de vendas de imóveis existentes e da pesquisa de Indicadores
antecedentes da economia, referentes a dezembro.
Já na Europa, Espanha, França e Hungria realizam leilões de dívidas, enquanto
a Alemanha informa a inflação ao produtor do fechamento de 2010.
Por aqui, o mercado repercute a decisão do Comitê de Política Monetária
(Copom) do Banco Central (BC), de elevar
a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano, sem
viés. A decisão, que já era esperada, foi unânime.
Em comunicado, o BC informou que deu início a um processo de ajuste da taxa
básica de juros, "cujos efeitos, somados aos de ações macroprudenciais,
contribuirão para que a inflação convirja para a trajetória de metas".
Este foi o primeiro encontro do colegiado no governo de Dilma Rousseff e com
Alexandre Tombini no comando do Banco Central.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) ainda às 14h30 os
indicadores industriais de novembro. A pesquisa mensal revela a evolução do
faturamento, das horas trabalhadas, do emprego, da remuneração paga e do nível
de utilização da capacidade instalada na indústria.
No front corporativo, depois do Goldman Sachs e do Wells Fargo, nesta
quinta-feira será a vez do Morgan Stanley publicar seus resultados do último
trimestre e do período fechado de 2010.
Fonte: G1 economia
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