Bolsas na Europa instáveis, com especulações sobre fundo de estabilização
SÃO PAULO - Os principais índices
acionários europeus operam sem tendência definida nesta segunda-feira
(6), repercutindo as declarações de Ben Bernanke sobre a possibilidade
de novos estímulos nos EUA, mas também refletindo a ansiedade relativa
ao desenrolar da crise da dívida no continente.
Em raro depoimento à televisão, o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, revelou que novos estímulos quantitativos podem ser adotados. "Depende da eficácia do programa. Depende da inflação. E finalmente, depende de como a economia está", disse o presidente da autoridade monetária dos EUA à rede televisiva CBS.
Também cercada de grande expectativa, a reunião do Eurogrupo - fórum informal que reúne os ministros de finanças dos países da Zona do Euro - poderá trazer novidades a respeito do tamanho do EFSF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira), bem como do alívio dos termos em que será aplicado o ESM (Mecanismo Europeu de Estabilização), apontado como um dos focos de pressão sobre os papéis da dívida de países como Espanha e Irlanda.
Em raro depoimento à televisão, o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, revelou que novos estímulos quantitativos podem ser adotados. "Depende da eficácia do programa. Depende da inflação. E finalmente, depende de como a economia está", disse o presidente da autoridade monetária dos EUA à rede televisiva CBS.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| FTSE 100 | +0,20 |
5.757 | -2,02 |
+6,36 |
| DAX 30 | +0,17 |
6.960 | +3,04 |
+16,83 |
| CAC 40 | -0,05 |
3.749 | -4,29 |
-4,77 |
| SMI | -0,31 |
6.421 | -2,53 |
-1,91 |
Mistério
Também cercada de grande expectativa, a reunião do Eurogrupo - fórum informal que reúne os ministros de finanças dos países da Zona do Euro - poderá trazer novidades a respeito do tamanho do EFSF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira), bem como do alívio dos termos em que será aplicado o ESM (Mecanismo Europeu de Estabilização), apontado como um dos focos de pressão sobre os papéis da dívida de países como Espanha e Irlanda.
Frente às incertezas, os papéis do setor financeiro
voltam a destacar-se na ponta negativa da sessão, liderados pelas ações
do Barclays e do HSBC, em queda de 1,1% e 0,8% na bolsa de Londres,
respectivamente. Também a varejista francesa Carrefour volta a ter seus
papéis pressionados, em queda de 1,8% na bolsa de Paris.
Fonte: InfoMoney
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