Bovespa cai 0,18% e taxa de câmbio marca R$ 1,70; Banco Central compra dólares

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) contraria as expectativas e se mantém no campo negativo. Por enquanto, o índice Ibovespa ainda está acima dos 69 mil pontos, nível de preços mais alto desde fins de abril. A agenda econômica externa tem poucos pontos de destaque. Amanhã, o governo americano revela nova estimativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) relativo ao segundo trimestre. 


O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, recua 0,18%, aos 69.105 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,22 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, perde 0,26%. 

O dólar comercial é vendido por R$ 1,705, em baixa de 0,29%. A taxa de risco-país marca 206 pontos, número 2,36% abaixo da pontuação anterior. 

O Banco Central realizou um leilão para compra de moeda, aceitando ofertas por R$ 1,7059 (taxa de corte). A autoridade monetária não informa, imediatamente, a quantia adquirida nessas operações. 

Entre as primeiras notícias do dia, o governo divulgou que o superavit do setor público atingiu R$ 5,2 bilhões no mês passado. Em 12 meses, o saldo acumulado é de R$ 47,8 bilhões (2,07% do PIB). A meta oficial para o período era de 3,3% do PIB. 

A FGV registrou uma inflação de 1,15% em setembro, ante 0,77% em agosto, pela leitura do IGP-M. A inflação acumulada nos 12 meses atingiu 7,77%. 

O Dieese/Seade informou uma taxa de desemprego de 11,9% para o mês de agosto, ante 12,4% em julho. Em agosto de 2009, a taxa havia sido de 14,4%. 

No front externo, sondagem do banco HSBC apontou expansão da indústria manufatureiro chinesa em setembro, que atingiu o seu maior nível de produção em cinco meses. O indicador subiu para 52,9, em relação aos 51,9 de agosto. 

Uma leitura acima de 50 aponta expansão, enquanto abaixo indica contração. 

E nos EUA, o Departamento de Energia anunciou que o nível dos estoques de petróleo encolheu para 357,9 milhões de barris na semana passada, em uma redução de 500 mil unidades sobre as reservas divulgadas anteriormente. Analistas do setor esperavam uma queda menor, na casa dos 300 mil barris. 

Os estoques de gasolina e outros derivados também ficaram menores. 

Fonte: Folha.com

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