Após abrir em alta, Ibovespa amplia ganhos, repercutindo indústria norte-americana
SÃO PAULO – Se os dados do setor manufatureiro chinês
já se mostravam suficientes para sustentar a alta do Ibovespa na
abertura do pregão desta quarta-feira (1), o ISM Index da indústria
norte-americana só veio a corroborar o bom humor da sessão,
impulsionando a ascensão do índice.
Por volta das 11h50 (horário de Brasília), o principal benchmark da
Bolsa de Valores de São Paulo registrava alta de 2,30%, aos 66.647
pontos.
Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para Fibria
ON (FIBR3,
R$ 28,33, +4,69%), Gerdau PN (GGBR4, R$
24,31,+4,07%), Usiminas ON (USIM3, R$
47,94, +3,90%), CSN ON (CSNA3, R$
27,94, +3,87%) e Gerdau Metalúrgica
PN (GOAU4,
R$ 29,24,+3,80%).
Análise técnica
Para a equipe de análise gráfica da Investor, “o mercado segue operando em canal ascendente no médio prazo”. Os analistas observam que “nos últimos dias [o Ibovespa] está acumulando no suporte da base do canal, que vem sendo respeitado a quatro pregões. Está no nível interessante para esboçar reação e testar a resistência de curto prazo, em 66.000 pontos, e em seguida 67.700 pontos”.
Dados animadores
Na China, o índice composto PMI (Purchasing Managers Index) elaborado pelo governo de Pequim subiu de 51,2 pontos em julho para 51,7 pontos em agosto, superando as estimativas dos analistas. Do mesmo modo, o índice medido pelo HSBC em parceria com a Markit economics, que avalia o setor manufatureiro da China, também avançou no último mês, galgando o maior patamar em três meses a 51,9 pontos, face os 49,4 pontos de julho.
Já o ISM Index, que mede o nível de atividade industrial nos Estados
Unidos, atingiu 56,3 pontos, enquanto as expectativas do mercado
indicavam 52,9 pontos. A medição de junho marcara 55,5 pontos.
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