Papéis da Petrobras devem ser evitados no curto prazo, diz especialista
24 de agosto de 2010 - Os papéis da Petrobras enfrentam nada menos do
que 14 semanas de sobe e desce sem tendência definida e, segundo o
sócio-presidente do YouTrade, Marcelo Coutinho, os próximos dias não
devem trazer boas notícias para os investidores posicionados em PETR4
(ações preferenciais da petrolífera).
“Enquanto a situação do Ibovespa pode ser considerada positiva, a PETR4 caminha em direção contrária. O ativo está montado em um pivot de baixa. Isso abre espaço para que ele possa cair ainda mais”, comenta o especialista.
O gestor acredita que no curto prazo o mais interessante é esquecer a Petrobras e buscar ativos que apresentem melhor situação gráfica. Um exemplo que se encaixa nessa situação, segundo Coutinho, é a OGXP3. “O papel apresenta viés altista tanto no gráfico mensal, como no semanal e no diário. Se romper a resistência de R$ 20,79, poderá buscar R$ 22,00”, projeta.
Outro ponto que favorece a OGXP3 no curto prazo é que o papel tem apresentado um desempenho superior ao do Índice Bovespa. “É importante ressaltar ainda que quando se traça um gráfico de correlação entre os papéis da OGX e o Ibov, percebe-se que, no curto prazo, a companhia tem potencial para subir ainda mais que o Índice”, acredita.
Coutinho ressalta, no entanto, que ao considerar a compra do ativo o investidor avalie os ricos embutidos no negócio e o horizonte de tempo do investimento. “Como cada papel tem um perfil diferente, o investidor precisa ser bastante criterioso ao optar entre um e outro. Precisa fazer um estudo e montar diferentes cenários para cada papel. Ao fazer isso, conseguirá visualizar diferentes possibilidades e ter um controle maior dos riscos de cada operação”, aconselha.
“Enquanto a situação do Ibovespa pode ser considerada positiva, a PETR4 caminha em direção contrária. O ativo está montado em um pivot de baixa. Isso abre espaço para que ele possa cair ainda mais”, comenta o especialista.
O gestor acredita que no curto prazo o mais interessante é esquecer a Petrobras e buscar ativos que apresentem melhor situação gráfica. Um exemplo que se encaixa nessa situação, segundo Coutinho, é a OGXP3. “O papel apresenta viés altista tanto no gráfico mensal, como no semanal e no diário. Se romper a resistência de R$ 20,79, poderá buscar R$ 22,00”, projeta.
Outro ponto que favorece a OGXP3 no curto prazo é que o papel tem apresentado um desempenho superior ao do Índice Bovespa. “É importante ressaltar ainda que quando se traça um gráfico de correlação entre os papéis da OGX e o Ibov, percebe-se que, no curto prazo, a companhia tem potencial para subir ainda mais que o Índice”, acredita.
Coutinho ressalta, no entanto, que ao considerar a compra do ativo o investidor avalie os ricos embutidos no negócio e o horizonte de tempo do investimento. “Como cada papel tem um perfil diferente, o investidor precisa ser bastante criterioso ao optar entre um e outro. Precisa fazer um estudo e montar diferentes cenários para cada papel. Ao fazer isso, conseguirá visualizar diferentes possibilidades e ter um controle maior dos riscos de cada operação”, aconselha.
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