Bovespa valoriza 1,29%, de volta aos 65 mil pontos; dólar marca R$ 1,75
As ações brasileiras valorizam na rodada de negócios desta terça-feira,
último dia útil de agosto. As Bolsas americanas sobem, após a divulgação
de alguns números um pouco mais favoráveis da economia local. Analistas
ressaltam a virada de mês tradicionalmente serve de "estímulo" para
comprs, por parte de gestores interessados em melhorar o rendimento das
carteiras de renda variável. Esse "efeito calendário", no entanto,
estava sob suspeição por alguns analistas, devido ao clima de pessimismo
generalizado.
Fonte: Folha.com
O
Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas,
avança 1,29%, aos 65.086 pontos. O giro financeiro é de R$ 1,56 bilhão.
Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, sobe 0,25%.
O dólar comercial é vendido por R$ 1,755, em um decréscimo de 0,28%. A
taxa de risco-país marca 227 pontos, número 0,87% abaixo da
pontuação anterior.
Entre as primeiras notícias do dia, a agência de estatísticas Eurostat
reportou uma desaceleração dos índices de preços entre julho e agosto,
em linha com as previsões do mercado. A taxa do desemprego permaneceu em
10% em julho, perto do patamar máximo em 12 anos.
Nos EUA, a pesquisa S&P/Case-Shiller mostrou que os preços dos
imóveis nas principais regiões metropolitanas do país subiram 4,4% no
segundo trimestre, após uma queda de 2,8% nos primeiros três meses do
ano. Outra pesquisa, do instituto Conference Board, revelou que o
americano está um pouco mais confiante: o índice que busca refletir o
sentimento dos consumidores subiu de 51 pontos em julho para 53,5 em
agosto, em um desempenho melhor do que o esperado.
O mercado aguarda para as próximas a ata do Federal Reserve (banco
central dos EUA), com a avaliação da autoridade monetária sobre os
pontos fracos e fortes da economia americana.
O Copom (Comitê de Política Monetária) inicia hoje a reunião de dois
dias para determinar a nova taxa básica de juros do país, atualmente em
10,75%. Boa parte dos economistas do setor financeiro espera a
manutenção dos juros, mas uma parcela ainda não descarta as
possibilidades de um ajuste para 11,25%.
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