Bovespa sobe 0,37% com bom humor externo; dólar marca R$ 1,75
O otimismo dos investidores em relação à temporada de balanços corporativos nos EUA sustenta a valorização das Bolsas na rodada de negócios desta terça-feira. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera em tom mais moderado, sob a expectativa dos indicadores importantes previstos para amanhã na China.
O gigante asiático é um dos maiores clientes mundiais das empresas brasileiras baseadas em commodities, cujas ações são muito negociadas na Bolsa. Notícias sobre a economia chinesa, em geral, costumam afetar esses papéis.
O Ibovespa, termômetro dos negócios da Bolsa paulista, tem ganho de 0,37%, aos 63.192 pontos. O giro financeiro é de R$ 3 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, avança 1,35%.
As principais Bolsas europeias fecharam em alta, a exemplo de Londres (2%) e Frankfurt (1,87%).
O dólar comercial é trocado por R$ 1,754, em queda de 0,62%. A taxa de risco-país marca 211 pontos, número 4,09% abaixo da pontuação anterior.
Na noite de segunda-feira, a Alcoa iniciou a temporada de balanços apresentando um lucro de US$ 136 milhões, ou US$ 0,13 por ação, relativo ao segundo trimestre. Tão importante quanto os dados, a companhia afirmou que o consumo de alumínio vai crescer neste ano em um ritmo acima do previsto anteriormente.
Entre as principais notícias econômicas do dia, o Departamento do Comércio dos EUA divulgou nesta terça que o deficit comercial desse país subiu para seu maior nível em 18 meses, para US$ 42,3 bilhões em maio, ante os 40,3 bilhões do mês de abril.
Na Europa, a ONS (Escritório Nacional de Estatísticas, na sigla em inglês) apontou uma inflação de 0,1% em junho no Reino Unido, acima das expectativas do mercado (estabilidade). E o instituto de pesquisa Zew indicou uma queda no nível de confiança dos investidores na economia alemã em julho, para o menor patamar desde abril de 2009.
Ainda no front europeu, a agência Moody's rebaixou o 'rating' (nota de risco de crédito) de Portugal, mas ainda mantendo o país na classificação 'grau de investimento'. A agência citou o aumento da dívida pública e as perspectivas mais pessimistas de crescimento.
E a Grécia ofereceu bônus do Tesouro ao mercado hoje, com uma demanda calculada em 1,625 bilhão de euros (US$ 2,04 bilhões).
No Brasil, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que o volume comercializado no varejo subiu 1,4% naquele mês, depois de cair 3,1% em abril, conforme dados corrigidos pelo instituto.
Fonte: Folha.com
O gigante asiático é um dos maiores clientes mundiais das empresas brasileiras baseadas em commodities, cujas ações são muito negociadas na Bolsa. Notícias sobre a economia chinesa, em geral, costumam afetar esses papéis.
O Ibovespa, termômetro dos negócios da Bolsa paulista, tem ganho de 0,37%, aos 63.192 pontos. O giro financeiro é de R$ 3 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, avança 1,35%.
As principais Bolsas europeias fecharam em alta, a exemplo de Londres (2%) e Frankfurt (1,87%).
O dólar comercial é trocado por R$ 1,754, em queda de 0,62%. A taxa de risco-país marca 211 pontos, número 4,09% abaixo da pontuação anterior.
Na noite de segunda-feira, a Alcoa iniciou a temporada de balanços apresentando um lucro de US$ 136 milhões, ou US$ 0,13 por ação, relativo ao segundo trimestre. Tão importante quanto os dados, a companhia afirmou que o consumo de alumínio vai crescer neste ano em um ritmo acima do previsto anteriormente.
Entre as principais notícias econômicas do dia, o Departamento do Comércio dos EUA divulgou nesta terça que o deficit comercial desse país subiu para seu maior nível em 18 meses, para US$ 42,3 bilhões em maio, ante os 40,3 bilhões do mês de abril.
Na Europa, a ONS (Escritório Nacional de Estatísticas, na sigla em inglês) apontou uma inflação de 0,1% em junho no Reino Unido, acima das expectativas do mercado (estabilidade). E o instituto de pesquisa Zew indicou uma queda no nível de confiança dos investidores na economia alemã em julho, para o menor patamar desde abril de 2009.
Ainda no front europeu, a agência Moody's rebaixou o 'rating' (nota de risco de crédito) de Portugal, mas ainda mantendo o país na classificação 'grau de investimento'. A agência citou o aumento da dívida pública e as perspectivas mais pessimistas de crescimento.
E a Grécia ofereceu bônus do Tesouro ao mercado hoje, com uma demanda calculada em 1,625 bilhão de euros (US$ 2,04 bilhões).
No Brasil, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que o volume comercializado no varejo subiu 1,4% naquele mês, depois de cair 3,1% em abril, conforme dados corrigidos pelo instituto.
Fonte: Folha.com
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