Bolsas europeias caem com indicadores norte-americanos
15 de julho de 2010 - Os indicadores econômicos divulgados nos Estados
Unidos se sobressaíram aos números corporativos e influenciaram
negativamente os negócios nos principais mercados acionários da Europa
nesta quinta-feira.
Entre os principais dados, a inflação no atacado dos Estados Unido recuou 0,5% em junho (com ajuste sazonal) sinalizando demora na recuperação econômica e alertando os investidores.
Já o índice de condições gerais de negócios (Empire State Manufacturing) para os fabricantes do estado de Nova York, medido pelo Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), se manteve em território positivo em julho, mas caiu 15 pontos para 5,1 em relação a junho, indicando que as condições estão melhorando, mas a um ritmo substancialmente menor.
Na região da Filadélfia, a atividade também continuou se expandindo a um ritmo mais lento. O índice de manufatura caiu para 5,1 pontos em julho, ante uma leitura de 8 pontos em junho, segundo o Fed da região. Este é o segundo mês consecutivo em que o indicador cai.
Esses números ofuscaram o resultado positivo do Banco norte-americano JPMorgan, que reportou lucro líquido de US$ 4,8 bilhões no segundo trimestre de 2010, ante US$ 2,7 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, acima das projeções dos analistas, e fizeram os índices de ações europeus terminarem no vermelho.
Em Londres, o FTSE-100 desvalorizou 0,8% aos 5.211 pontos, com destaque negativo para as ações do banco Barclays, que perderam 4,21%.
Em Frankfurt, o índice DAX-30 cedeu 0,97%, aos 6.149 pontos e em Paris, o CAC-40 recuou 1,41% para 3.581 pontos.
Em Madri, o indicador Ibex 35 perdeu 1,15% aos 10.160 pontos. Por lá, o Tesouro espanhol vendeu € 3 bilhões em títulos de dívida de 15 anos nesta quinta-feira. A demanda dos investidores foi mais que o dobro da oferta, totalizando € 7,7 bilhões em propostas pelos papéis.
Em Milão, o índice FTSE MIB, da bolsa de Milão, caiu 1,56% para 20.480 pontos
Entre os principais dados, a inflação no atacado dos Estados Unido recuou 0,5% em junho (com ajuste sazonal) sinalizando demora na recuperação econômica e alertando os investidores.
Já o índice de condições gerais de negócios (Empire State Manufacturing) para os fabricantes do estado de Nova York, medido pelo Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), se manteve em território positivo em julho, mas caiu 15 pontos para 5,1 em relação a junho, indicando que as condições estão melhorando, mas a um ritmo substancialmente menor.
Na região da Filadélfia, a atividade também continuou se expandindo a um ritmo mais lento. O índice de manufatura caiu para 5,1 pontos em julho, ante uma leitura de 8 pontos em junho, segundo o Fed da região. Este é o segundo mês consecutivo em que o indicador cai.
Esses números ofuscaram o resultado positivo do Banco norte-americano JPMorgan, que reportou lucro líquido de US$ 4,8 bilhões no segundo trimestre de 2010, ante US$ 2,7 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, acima das projeções dos analistas, e fizeram os índices de ações europeus terminarem no vermelho.
Em Londres, o FTSE-100 desvalorizou 0,8% aos 5.211 pontos, com destaque negativo para as ações do banco Barclays, que perderam 4,21%.
Em Frankfurt, o índice DAX-30 cedeu 0,97%, aos 6.149 pontos e em Paris, o CAC-40 recuou 1,41% para 3.581 pontos.
Em Madri, o indicador Ibex 35 perdeu 1,15% aos 10.160 pontos. Por lá, o Tesouro espanhol vendeu € 3 bilhões em títulos de dívida de 15 anos nesta quinta-feira. A demanda dos investidores foi mais que o dobro da oferta, totalizando € 7,7 bilhões em propostas pelos papéis.
Em Milão, o índice FTSE MIB, da bolsa de Milão, caiu 1,56% para 20.480 pontos
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