Bolsa europeia tem maior nível em 10 dias; bancos avançam
As ações europeias registraram maior nível em dez dias, após dados aliviarem o temor em relação à retomada global, enquanto os bancos subiram diante da divulgação sobre os testes de estresse na Europa.
Novidades sobre ganhos de algumas empresas da região também ajudaram a criar otimismo nesta quinta-feira (8).
O apetite do investidor por risco cresceu, com o índice VDAX-NEW de volatilidade caindo para o menor nível em mais de duas semanas.
O FTSEurofirst 300, mais importante índice acionário europeu, subiu 0,79%, aos 1.013 pontos, o mais alto nível desde meados de junho. Foi a terceira alta consecutiva do índice, que perdeu mais de 7% nas últimas duas semanas.
"Estava caindo bastante e muito rápido. O mercado agora está precificado em função de notícias negativas e incerteza", disse Giuseppe-Guido Amato, estrategista da Lang & Schwarz, em Frankfurt.
"Outro elemento que pode fortalecer a recuperação é a expectativa para os resultados do segundo trimestre."
As ações do setor financeiros ficaram entre as líderes de ganhos, com o índice bancário STOXX Europe 600 subindo 1,5%. Barclays, Lloyds, BNP Paribas e Societe Generale avançaram entre 3,2% e 4,3%.
No front macroeconômico, os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram mais do que o esperado na semana passada, para o menor nível em dois meses, levantando uma esperança cautelosa de retomada econômica, que recentemente deu sinais de fadiga.
A agenda econômica trouxe ainda vários dados de redes varejistas que reportaram números melhores do que o esperado nas vendas de junho no conceito de mesmas lojas.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 1,81%, a 5.105 pontos.
Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,71%, para 6.035 pontos.
Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 1,57%, para 3.538 pontos.
Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 1,15%, para 20.243 pontos.
Em Madri, o índice Ibex-35 avançou 0,93%, para 10.080 pontos.
Em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em alta de 0,9%, para 7.442 pontos
Fonte: Brasil Econômico
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