Bovespa perde 1,05% nos primeiros negócios; dólar vale R$ 1,81

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com perdas desde os primeiros negócios desta sexta-feira. Os novos números da China, mostrando uma inflação acima das expectativas, renovaram temores de que Pequim volte a adotar medidas restritas contra o aquecimento excessivo da economia.

O Ibovespa, principal termômetro dos negócios da Bolsa paulista, cede 1,05%, aos 62.385 pontos. Ontem, a Bovespa fechou em alta de 2,5%.

As principais Bolsas asiáticas valorizaram pelo quarto dia consecutivo, no fechamento de hoje. Em Tóquio, o índice de ações Nikkei subiu 1,7%; em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 1,22%.



Na Europa, a Bolsa de Londres tem baixa de 0,22%; em Frankfurt, o índice Dax retrai 0,51%.



O dólar comercial é vendido por R$ 1,817, em um acréscimo de 0,38%. A taxa de risco-país marca 237 pontos, número 2,59% acima da pontuação anterior.



Entre as primeiras notícias do dia, a FGV apontou uma inflação de 2,21% neste mês ante 0,47% em maio, pela leitura do IGP-M. Trata-se estimativa prévia do índice, que deve sofrer revisões.

O IBGE apontou um crescimento de 0,4% no nível de emprego do setor industrial em abril. Trata-se do quarto mês consecutivo de crescimento deste indicador.



Nos EUA, o Departamento de Comércio revelou que as vendas do setor varejista tiveram queda de 1,2% em maio. Excluindo as vendas de carros, o indicador teve uma baixa de 1,1%. Economistas do setor financeiro previam um crescimento em torno de 0,2%.

E na madrugada de hoje, o governo chinês divulgou uma bateria de indicadores econômicos, dos quais se destacam a produção industrial (expansão de 16,5% sobre o ano passado) e vendas do setor varejista (crescimento de 18,7%). A inflação de maio surpreendeu --a variação de 3,1% ficou acima da meta oficial (3%). A inflação do atacado (7,1%) também bateu as projeções (6,9%).

Fonte: Folha Online
 

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