Bovespa cai mais de 2%; dólar vale R$ 1,88

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tem o seu sexto dia consecutivo de retração, na jornada desta quinta-feira. A crise na Europa desanima o investidor. As medidas adotadas por Grécia, Portugal e outros países para reduzir os deficits públicos são vistas como necessárias, mas podem retardar a recuperação do continente. Em paralelo, as medidas adotadas pela Alemanha para conter a especulação foram mal recebidas nos mercados. 

O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, cede 2,31%, aos 58.312 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,92 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, cai 1,94%. 

O dólar comercial é vendido por R$ 1,884, em um acréscimo de 2,50% sobre o fechamento de ontem. A taxa de risco-país marca 244 pontos, número 7,48% acima da pontuação anterior. 

Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Trabalho dos EUA informou um aumento dos pedidos iniciais pelo auxílio-desemprego, que atingiu a cifra de 471 mil, bem acima do esperado por economistas do setor financeiro. 

O Índice de Indicadores Antecedentes teve um inesperado declínio de 0,1% em abril, ante expectativas de uma variação de 0,2%. Esse índice busca antecipar as tendências da economia americana dos próximos seis meses. 

Na Europa, o governo espanhol deve aprovar medidas para reduzir o deficit público por meio de cortes em gastos sociais além de redução e congelamento dos vencimentos públicos até 2011. Organizações civis já preveem mobilizações contra as medidas. 

No front doméstico, o IBGE apontou inflação de 0,63% em maio ante 0,48% em abril, pela leitura do IPCA-15, visto como uma estimativa prévia do índice oficial de inflação. Considerando os últimos doze meses, a taxa ficou em 5,26%. 

Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Trabalho dos EUA informou um aumento dos pedidos iniciais pelo auxílio-desemprego, que atingiu a cifra de 471 mil, bem acima do esperado por economistas do setor financeiro. 

Na Europa, o governo espanhol deve aprovar medidas hoje para reduzir o deficit público por meio de cortes em gastos sociais além de redução e congelamento dos vencimentos públicos até 2011. Organizações civis já preveem mobilizações contra as medidas. 

No front doméstico, o IBGE apontou inflação de 0,63% em maio ante 0,48% em abril, pela leitura do IPCA-15, visto como uma estimativa prévia do índice oficial de inflação. Considerando os últimos doze meses, a taxa ficou em 5,26%. 

Fonte: Folha Online

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